O chamado que mora no WhatsApp
Pedido chega por mensagem, ninguém registra, e no fim do mês não existe uma linha que prove o que foi atendido. Quando o cliente pergunta o que você fez, a resposta é memória.
Central de operações · produto OpenTech
Chamados, prazos, projetos, agenda, base de conhecimento, cofre de senhas, ativos e relatórios — em uma instalação só, atendendo várias empresas ao mesmo tempo. Sem nuvem obrigatória e sem cobrança por técnico.
O DeskFlow nasceu de uma operação de suporte real, não de um caderno de requisitos. Cada módulo existe porque uma dessas três coisas doeu primeiro.
Pedido chega por mensagem, ninguém registra, e no fim do mês não existe uma linha que prove o que foi atendido. Quando o cliente pergunta o que você fez, a resposta é memória.
O prazo é combinado no contrato e conferido à mão. Quem estourou só aparece depois — e o número que vai para a reunião não bate com o número da tela.
Assinatura por técnico, dado do cliente hospedado fora, e a conta subindo junto com a equipe. Em muitos contratos, mandar o dado para fora simplesmente não é uma opção.
O DeskFlow é uma plataforma web de helpdesk e operações de TI que cobre o ciclo inteiro do atendimento — abertura, triagem, atribuição, prazo, resolução, pesquisa de satisfação e faturamento — e traz junto o que normalmente vira uma ferramenta separada para cada coisa: projetos, agenda, base de conhecimento, cofre de senhas, inventário e relatórios.
Uma instalação atende várias empresas ao mesmo tempo, com dado, usuários, prazos, catálogo e relatórios separados entre elas. Foi feito exatamente para quem presta serviço de TI para mais de um cliente — e funciona igualmente bem para uma equipe interna que usa uma empresa só.
Para prestador de TI
Atenda todos os seus clientes numa instalação, com relatório e faturamento por cliente.
Para equipe interna
Um lugar só para chamado, procedimento, ativo, projeto e prazo — com histórico que sobrevive à rotatividade.
Nenhum deles é módulo extra, nenhum é cobrado à parte. Cada empresa liga ou desliga o que quiser — e desligado é fronteira no servidor, não item escondido no menu.
Fila em lista ou Kanban, janela própria por chamado, prioridade, catálogo de serviços, anexos, etiquetas, vínculos entre chamados e nota interna que só a equipe vê.
Prazo por prioridade e por categoria, definido por empresa. Regra que atribui técnico, muda prioridade, avisa a gestão ou encerra o chamado sozinha quando as condições combinam.
Indicadores medidos no servidor: volume, distribuição por status e prioridade, carga por técnico, tempo até a primeira resposta, reabertura, satisfação e conformidade de prazo.
O que não cabe num chamado: portfólio com quadro, tarefas, equipe com papel próprio, documentação versionada e conversão de projeto em chamado faturável.
Eventos por público-alvo, feriados por estado, ponto facultativo, férias e ausências, escalas de plantão e rotinas recorrentes que abrem chamado sozinhas na data certa.
Artigos em Markdown com histórico de versões, busca no texto inteiro, ordem curada e artigos fixados. O procedimento fica onde o atendimento acontece.
Credenciais do ambiente do cliente cifradas em repouso, separadas por empresa e por segmento, com papel mínimo por segmento e desbloqueio explícito para ver qualquer coisa.
Patrimônio de hardware por empresa, vinculável a chamado e a responsável. E um catálogo de serviços que já nasce preenchido, em três níveis, com prioridade sugerida por item.
O mesmo caminho, sempre — e o prazo se comporta como o contrato promete, não como o relógio do servidor quiser.
O prazo pausa de verdade
Chamado esperando peça, fornecedor ou resposta do cliente não consome o prazo. A contagem só volta quando o atendimento volta.
Ao resolver, congela
O prazo para de correr no instante da resolução. Nada é recalculado depois — o número que foi para o relatório continua o mesmo daqui a um ano.
A aderência é medida pelo fato
Cumpriu quem resolveu antes do prazo, não quem estava com o rótulo verde na tela. É a mesma conta na fila, no painel e no PDF.
A comparação abaixo é de recorte, não de qualidade. GLPI e as demais suítes de ITSM são projetos maduros, com comunidade grande e décadas de estrada — e resolvem muito bem o problema para o qual foram desenhadas: o departamento de TI de uma organização.
| Assunto | DeskFlow | Suíte generalista de ITSM |
|---|---|---|
| Recorte | Feito para quem presta serviço de TI a várias empresas ao mesmo tempo | Suíte generalista de ITSM e inventário, pensada para o departamento interno de uma organização |
| Várias empresas | Uma instalação atende várias empresas, com isolamento validado no servidor a cada requisição | Existe, por entidades — e costuma exigir modelagem e manutenção próprias |
| Instalação | Sobe em containers com um assistente na primeira execução: empresa, fuso, feriados, níveis de serviço e catálogo já saem prontos | Pilha web montada à mão, mais plugins, mais configuração inicial página por página |
| Realidade brasileira | Feriado por estado, ponto facultativo, dia útil, escala de plantão e faturamento por complexidade e valor/hora | Base internacional; feriado, escala e faturamento local costumam virar adaptação |
| Prazo de atendimento | Pausa real quando o chamado espera terceiro, congela ao resolver, e a aderência é medida pelo horário de resolução | Configurável, com o comportamento de pausa e recálculo variando por versão e plugin |
| Números do painel | Ausência de dado é "—", nunca 0 % nem 100 %; total e amostra são declarados separadamente | Painéis costumam preencher a lacuna com zero, que se lê como fato |
| Cofre de credenciais | Nativo, por empresa e por segmento, com papel mínimo e desbloqueio explícito | Normalmente fora do escopo — vira uma segunda ferramenta para administrar |
| Onde o dado mora | Na sua infraestrutura, sempre. Sem serviço externo obrigatório | Também self-hosted na maioria dos casos — a diferença aqui é menor |
| Licenciamento | Proprietário, por instalação, sem cobrança por técnico | Código aberto, sem licença — o custo vira tempo de implantação e sustentação |
| Quem sustenta | A mesma pessoa que atende o seu ambiente e escreve o relatório | Comunidade e integradores; o suporte é contratado à parte |
Se a sua realidade é uma organização só, com equipe dedicada de TI e tempo para modelar e sustentar a ferramenta, uma suíte de código aberto pode ser a escolha certa — e eu digo isso na reunião. O DeskFlow ganha quando o problema é atender várias empresas com pouca gente e provar o que foi entregue.
O que segue é a postura do produto, em nível de política — não a implementação. Detalhe técnico de controle de segurança se discute em reunião, sob acordo, com quem vai operar o sistema.
Cada empresa vê só o que é dela
O escopo é decidido pelo servidor a cada requisição — nunca pelo que o navegador pediu. Quem consulta não escolhe o próprio alcance.
Papel define o que aparece e o que executa
Solicitante, técnico, gestor e administrador têm alcances distintos, e a interface nunca promete um botão que o servidor vai recusar.
Segundo fator e integração com o diretório
Autenticação em duas etapas por aplicativo e login integrado ao diretório corporativo, com criação da conta no primeiro acesso.
Auditoria que não se apaga
Toda mudança de acesso, configuração e dado sensível fica registrada em trilha somente-adição, exportável para conformidade.
Segredo cifrado em repouso
As credenciais do cofre são cifradas com chave dedicada, separada da chave da aplicação, e a chave pode ser trocada sem parar o sistema.
Auditoria de segurança recorrente
O código passa por varredura automatizada de dependências, padrões inseguros, segredos e imagens de container — e as correções entram versionadas.
A parte difícil de trocar de ferramenta nunca é instalar — é chegar a um sistema que já sabe as suas regras. Por isso a primeira execução não é uma tela de login vazia: é um assistente que deixa a empresa configurada e o catálogo pronto.
O que você precisa ter
Uma máquina e Docker
Servidor Linux com Docker, 2 GB de memória livres (4 GB em produção) e um endereço para o sistema. Pode ser um servidor seu, uma máquina virtual no escritório ou uma VPS.
Instalação assistida
A subida gera os segredos, prepara o banco e sobe os serviços. A primeira tela é o assistente, não o login.
Assistente da primeira execução
Empresa, fuso horário, região dos feriados, filial, níveis de serviço e o catálogo de serviços já saem prontos. Dá para começar a atender no mesmo dia.
Sua identidade e suas regras
Logo, cores do portal, módulos ligados por empresa, prazos por prioridade e por categoria, e-mail de saída e entrada de chamado por caixa postal.
E a instalação não fica sozinha
Backup, monitoramento, atualização e o servidor por baixo são o meu trabalho de todo dia — e entram no mesmo contrato, se você quiser. Se a sua equipe preferir operar sozinha, a documentação acompanha o sistema.
O DeskFlow é usado em produção todos os dias — inclusive por mim, para atender os meus próprios clientes. É o mesmo sistema, não uma versão de demonstração: quando alguma coisa incomoda no atendimento, ela vira correção na versão seguinte.
Cada entrega é versionada, documentada e acompanhada de testes que rodam antes de qualquer coisa ir para produção. Correção de segurança e correção de comportamento entram pelo mesmo caminho — e o histórico de versões fica registrado.
casos de teste automatizados rodando a cada entrega
varredura de dependências, código e imagens de container
cada entrega com número, histórico e nota do que mudou
manual do usuário dentro do sistema, recortado por papel
Não. É produto proprietário da OpenTech, licenciado por instalação e entregue para rodar na sua infraestrutura. A cobrança não é por técnico: crescer a equipe não muda o preço.
Não. Ele roda inteiro na sua infraestrutura — servidor próprio, máquina virtual no escritório ou uma VPS sua. Nenhum serviço externo é obrigatório para o sistema funcionar. Integrações opcionais (e-mail, diretório corporativo, calendário) só falam para fora se você as ligar.
Quantas você atender. É multi-empresa por desenho: dado, usuários, prazos, catálogo, portal e relatórios são separados por empresa, e a separação é conferida pelo servidor em cada requisição — não é um filtro na tela.
Pelo portal, por e-mail (uma caixa postal por empresa vira fila de chamados), por integração via API, ou automaticamente por uma rotina recorrente. O solicitante enxerga só o que é dele e acompanha o próprio histórico.
O que costuma valer a pena migrar é o cadastro — empresas, pessoas, ativos e catálogo — e o histórico de chamados fechados, quando faz sentido. Isso é conversa de escopo: eu olho a base atual antes de prometer prazo.
Eu. Instalação, configuração inicial, treinamento da equipe e sustentação fazem parte da entrega — é o mesmo trabalho de infraestrutura que eu já faço, aplicado ao produto. Se a sua equipe preferir operar sozinha, também funciona: a documentação acompanha o sistema.
O dado é seu e está no seu servidor. O sistema exporta chamados, faturamento e auditoria em formatos abertos, e o backup do banco é procedimento documentado. Não existe travamento por formato.
Serve, e nesse caso você usa uma empresa só. O multi-empresa deixa de ser o diferencial e o que fica é o resto: chamados, prazos, projetos, agenda, base de conhecimento, cofre e relatórios no mesmo lugar.
A demonstração não é um vídeo pronto: a gente abre o sistema, você descreve como atende hoje, e eu mostro como isso ficaria montado. Se não fizer sentido para a sua operação, eu digo na hora.
Produto proprietário da OpenTech · licença por instalação, sem cobrança por técnico